• By Dayane - Headhunter como criadora
  • novembro 27, 2025
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Índice Médio de Turnover na Área de Logística e Transportes no Brasil (2024–2025): Panorama Atual, Comparações, Fatores e Tendências

Introdução

A rotatividade de pessoal, ou turnover, é um dos principais indicadores de saúde organizacional e eficiência operacional em qualquer setor econômico. No contexto brasileiro, a área de logística e transportes ocupa papel estratégico, não apenas pela sua relevância para o escoamento da produção e abastecimento nacional, mas também pela complexidade de sua força de trabalho, que abrange desde motoristas e operadores de armazém até profissionais administrativos e de tecnologia. Com a intensificação das demandas logísticas, especialmente impulsionadas pelo crescimento do e-commerce, agronegócio e industrialização, o setor enfrenta desafios crescentes para atrair, reter e desenvolver talentos qualificados.

Este relatório apresenta uma análise abrangente sobre o índice médio de turnover na área de logística e transportes no Brasil, com foco nos dados mais recentes disponíveis (2024–2025). São explorados os números oficiais do Novo CAGED, estudos setoriais da ABOL, pesquisas de consultorias de RH, além de análises acadêmicas e setoriais. O objetivo é não apenas quantificar a rotatividade, mas também compreender seus determinantes, impactos e tendências, comparando o setor com a média nacional e outros segmentos relevantes. O relatório também discute práticas de retenção, custos associados ao turnover e perspectivas para os próximos anos.

Panorama do Setor de Logística e Transportes no Brasil

O setor de logística e transportes brasileiro é caracterizado por sua amplitude e diversidade, englobando atividades de transporte rodoviário, ferroviário, aquaviário, aéreo, armazenagem, distribuição urbana, operadores logísticos integrados e serviços de apoio. Em 2024, o setor movimentou mais de R$ 1,2 trilhão, representando cerca de 12% do PIB nacional, com o transporte rodoviário respondendo por aproximadamente 65% do volume de cargas.

Segundo o Atlas CNT do Transporte 2025, o setor emprega diretamente cerca de 2 milhões de trabalhadores apenas no transporte terrestre, além de outros milhões em atividades correlatas de armazenagem, operadores logísticos e serviços auxiliares. Os operadores logísticos (OLs), por sua vez, registraram receita bruta operacional de R$ 192 bilhões em 2023, com cerca de 2,3 milhões de empregos diretos e indiretos.

O crescimento do setor tem sido impulsionado por fatores como a expansão do agronegócio, aumento do comércio eletrônico, investimentos em infraestrutura e avanços tecnológicos, como automação, inteligência artificial e digitalização de processos logísticos. No entanto, desafios estruturais persistem, incluindo gargalos em infraestrutura, custos elevados, escassez de mão de obra qualificada e alta rotatividade de pessoal.

Índice Médio de Turnover na Logística e Transportes (2024–2025)

Dados Oficiais do Novo CAGED

O Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo CAGED) é a principal fonte oficial de dados sobre movimentação de empregos formais no Brasil. Para o setor de “Transporte, Armazenagem e Correio” (CNAE 2.0), os dados mais recentes (julho de 2024 a julho de 2025) apontam:

  • Admissões (jan–jul/2025): 879.266
  • Desligamentos (jan–jul/2025): 795.467
  • Saldo: +83.799
  • Variação Relativa: 2,98%

Para o cálculo do turnover, utiliza-se a média entre admissões e desligamentos em relação ao estoque médio de empregados no período. Considerando o estoque médio de cerca de 2,8 milhões de trabalhadores no setor em 2025, a taxa anualizada de turnover pode ser estimada.

Projetando para o ano completo, considerando a sazonalidade e a tendência de manutenção dos volumes, o índice anualizado de turnover no setor de logística e transportes em 2025 situa-se entre 28% e 32%.

Pesquisas Setoriais e Consultorias de RH

Pesquisas de consultorias especializadas em RH e logística corroboram os dados oficiais, mas apontam nuances importantes:

  • Loris Consultoria (2024): O turnover médio no setor de logística e transportes varia entre 25% e 35% ao ano, com picos superiores a 40% em segmentos como transporte rodoviário de cargas e operadores de armazém.
  • Robert Half (2024): 28% das empresas do setor reportaram turnover acima de 10% ao ano, enquanto 44% registraram índices inferiores a 5%. A polarização indica que, embora parte das empresas consiga manter rotatividade controlada, outra parcela enfrenta índices elevados, especialmente em funções operacionais e de motoristas.
  • FutureRH (2025): O turnover voluntário (pedidos de demissão) atingiu 36% entre abril de 2024 e março de 2025 no mercado formal brasileiro, com destaque para setores de serviços, logística e transporte, puxados pela geração Z e profissionais mais escolarizados.
  • Edenred Mobilidade (2025): No transporte de cargas, a rotatividade de motoristas pode chegar a 60% ao ano em algumas regiões e empresas, refletindo desafios específicos da categoria.

 Turnover por Ocupação

A distribuição do turnover dentro do setor apresenta variações significativas por ocupação:

  • Motoristas de caminhão: Turnover anual entre 35% e 60%, dependendo do porte da empresa, região e segmento (cargas fracionadas, longas distâncias, urbanos).
  • Operadores de armazém e logística: Taxas entre 30% e 45%, especialmente em centros de distribuição de e-commerce e operadores logísticos.
  • Administrativos e técnicos: Turnover mais baixo, entre 15% e 25%, mas com tendência de alta em funções de tecnologia e planejamento logístico, devido à escassez de profissionais qualificados.

Comparação com a Média Nacional

Turnover Médio no Brasil

O Brasil lidera o ranking mundial de turnover, com taxas significativamente superior à média global:

  • Turnover médio nacional (2024–2025): Entre 36% e 56% ao ano, segundo diferentes fontes e metodologias.
  • CAGED (2024): Estudo aponta turnover de 56% no mercado formal, considerando todos os setores e tipos de desligamento.
  • FutureRH (2025): 36% dos trabalhadores com carteira assinada trocaram voluntariamente de emprego em 12 meses.

Comparativo Setorial

A tabela a seguir sintetiza a comparação entre o turnover na logística e transportes e a média nacional:

IndicadorLogística e Transportes (2025)Média Nacional (2025)
Turnover anual médio (total)28% – 32%36% – 56%
Turnover voluntário (pedidos de demissão)18% – 22%20% – 36%
Turnover involuntário (demissões pela empresa)10% – 14%16% – 20%
Turnover de motoristas35% – 60%
Turnover de operadores de armazém30% – 45%
Turnover em grandes empresas20% – 28%25% – 35%
Turnover em pequenas/médias empresas32% – 40%40% – 50%

Fontes: Novo CAGED, Loris Consultoria, Robert Half, FutureRH, Edenred Mobilidade, CNT, ABOL

 Análise Comparativa

O turnover no setor de logística e transportes, embora elevado, encontra-se ligeiramente abaixo da média nacional quando considerados todos os segmentos econômicos. No entanto, em funções operacionais críticas, como motoristas e operadores de armazém, os índices superam a média de setores como indústria, comércio e serviços administrativos. O setor de varejo, por exemplo, apresenta turnover de até 30% em São Paulo em 2025, enquanto call centers e construção civil também figuram entre os mais rotativos.

A rotatividade voluntária, impulsionada por pedidos de demissão, tem crescido em todo o país, refletindo mudanças nas expectativas dos trabalhadores, maior mobilidade profissional e aquecimento do mercado de trabalho formal.

Fatores que Influenciam a Rotatividade na Logística e Transportes

 Salários e Benefícios

A remuneração é um dos principais fatores de atração e retenção no setor. Em 2024, a remuneração média no transporte terrestre foi de R$ 3.068,61, com variações regionais e por porte de empresa. Motoristas de caminhão receberam mediana de R$ 3.120, com diferenças de até 43% entre grandes e pequenas empresas.

A insatisfação salarial, aliada à ausência de benefícios competitivos (plano de saúde, vale-refeição, bonificações), é apontada como causa frequente de turnover, especialmente entre motoristas e operadores de armazém.

 Jornada de Trabalho e Condições Operacionais

Jornadas longas, exaustivas e pouco previsíveis são características do transporte rodoviário de cargas. Motoristas frequentemente enfrentam horas extras, pressão por prazos e condições adversas nas estradas, o que contribui para o desgaste físico e mental e, consequentemente, para a rotatividade.

A legislação trabalhista, especialmente após a Lei do Caminhoneiro (Lei 13.103/2015) e decisões recentes do STF sobre jornada e descanso, trouxe avanços, mas ainda há desafios na implementação e fiscalização das normas.

Reconhecimento, Clima Organizacional e Liderança

A falta de reconhecimento, feedback estruturado e oportunidades de crescimento são apontadas como causas relevantes de turnover. Pesquisas indicam que colaboradores que não se sentem valorizados ou ouvidos tendem a buscar novas oportunidades, especialmente em empresas com liderança ineficaz ou clima organizacional desfavorável.

 Geração Z e Mudanças Geracionais

A entrada massiva da geração Z no mercado de trabalho tem redefinido expectativas e padrões de permanência. Jovens trabalhadores priorizam flexibilidade, propósito, tecnologia e ambientes saudáveis, demonstrando menor tolerância a lideranças tóxicas e jornadas rígidas. Cerca de 40% dos trabalhadores com até 29 anos trocaram de emprego em um ano, segundo a LCA Consultores.

 Escassez de Mão de Obra Qualificada

A escassez de motoristas qualificados e operadores logísticos é um desafio crescente, agravado pela alta rotatividade. Empresas relatam dificuldades para preencher vagas, especialmente em regiões com maior demanda por transporte de cargas e em segmentos especializados (produtos perigosos, longas distâncias).

Outros Fatores

  • Pressão por metas e cultura de punição: Gera burnout e desmotivação.
  • Falta de plano de carreira: Limita perspectivas de crescimento.
  • Condições de trabalho adversas: Insegurança nas estradas, falta de pontos de descanso, infraestrutura precária.
  • Mudanças tecnológicas: Exigem atualização constante e podem gerar insegurança em profissionais menos adaptados.

Custos e Impactos do Turnover para Empresas de Logística e Transporte

A alta rotatividade gera custos diretos e indiretos significativos para as empresas:

  • Custos diretos: Recrutamento, seleção, treinamento, integração, desligamento (aviso prévio, multas, encargos trabalhistas).
  • Custos indiretos: Perda de conhecimento, queda de produtividade, impacto no clima organizacional, atrasos e falhas operacionais, aumento do risco de acidentes e infrações, sobrecarga das equipes remanescentes.

Estudos indicam que o custo de substituição de um funcionário pode variar entre 50% e 200% do salário anual, dependendo do nível de especialização e função. No caso de motoristas, o custo de reposição pode chegar a R$ 10.000, considerando todas as etapas do processo.

Além do impacto financeiro, a rotatividade elevada prejudica a imagem da empresa, dificulta a atração de novos talentos e compromete a qualidade dos serviços prestados.

Turnover Voluntário vs. Involuntário

O turnover pode ser classificado em:

  • Voluntário: Quando o colaborador pede demissão por vontade própria. Representa cerca de 60% a 70% dos desligamentos no setor, impulsionado por melhores oportunidades, insatisfação salarial, falta de reconhecimento e busca por equilíbrio vida-trabalho.
  • Involuntário: Quando a empresa demite o colaborador, seja por desempenho, reestruturação ou ajuste de quadro. Responde por 30% a 40% dos desligamentos, com maior incidência em períodos de crise ou reestruturação operacional.

A tendência recente é de aumento do turnover voluntário, especialmente entre jovens, profissionais qualificados e em regiões com mercado de trabalho aquecido.

Análise Regional: Turnover na Logística por Estados

O turnover apresenta variações regionais, refletindo diferenças econômicas, disponibilidade de mão de obra, estrutura do setor e condições de trabalho:

  • Sudeste (SP, MG, RJ, ES): Maior concentração de empregos e empresas logísticas. São Paulo lidera em admissões e saldo positivo de empregos, mas também enfrenta alta rotatividade em centros urbanos e polos industriais.
  • Sul (PR, SC, RS): Destaque para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com forte presença de operadores logísticos e transporte rodoviário. Turnover elevado em segmentos de exportação e agronegócio.
  • Centro-Oeste (GO, MT, MS, DF): Região estratégica para o escoamento do agronegócio, com alta demanda por motoristas e operadores de armazém. Rotatividade acentuada em períodos de safra e entressafra.
  • Nordeste e Norte: Menor participação relativa, mas com crescimento em hubs logísticos e portos. Desafios adicionais incluem infraestrutura precária e menor oferta de mão de obra qualificada.

Práticas de Retenção e Políticas de RH Eficazes

Diante do cenário de alta rotatividade, empresas líderes do setor têm adotado estratégias inovadoras para atrair e reter talentos:

  • Planos de cargos e salários estruturados: Remuneração competitiva, bonificações e benefícios personalizados.
  • Programas de desenvolvimento e treinamento: Capacitação técnica, trilhas de carreira e oportunidades de crescimento interno.
  • Clima organizacional e employer branding: Ambientes saudáveis, reconhecimento, feedback contínuo e valorização da diversidade.
  • Flexibilidade e trabalho híbrido: Adaptação às expectativas da geração Z e profissionais qualificados.
  • Tecnologia e automação: Ferramentas digitais para gestão de pessoas, integração de equipes e monitoramento de desempenho.

Empresas que investem em cultura organizacional, liderança humanizada e programas de bem-estar têm conseguido reduzir o turnover em até 30%, segundo estudos do setor varejista e logístico.

Tendências e Projeções para 2025 e Anos Seguintes

As perspectivas para o turnover na logística e transportes em 2025 apontam para:

  • Manutenção de índices elevados: A rotatividade deve permanecer entre 28% e 35% ao ano, com tendência de alta em segmentos operacionais e de tecnologia.
  • Aumento do turnover voluntário: Profissionais mais jovens e qualificados continuarão migrando em busca de melhores condições, flexibilidade e propósito.
  • Escassez de mão de obra especializada: A disputa por motoristas, operadores de armazém e profissionais de TI/logística intensificará a competição por talentos.
  • Adoção de práticas inovadoras de retenção: Empresas que investirem em cultura, tecnologia, benefícios e desenvolvimento terão vantagem competitiva.
  • Impacto das mudanças regulatórias: Decisões judiciais e novas normas trabalhistas podem influenciar a jornada, remuneração e condições de trabalho, afetando a rotatividade.
  • Digitalização e automação: A transformação digital exigirá atualização constante dos profissionais e pode gerar novos desafios de retenção e qualificação.

Considerações Finais

O índice médio de turnover na área de logística e transportes no Brasil, em 2024–2025, situa-se entre 28% e 32% ao ano, ligeiramente abaixo da média nacional, mas com picos superiores em funções operacionais críticas. A rotatividade é impulsionada por fatores como salários, jornadas exaustivas, falta de reconhecimento, mudanças geracionais e escassez de mão de obra qualificada. Os custos associados ao turnover são elevados, impactando diretamente a produtividade, a qualidade dos serviços e a competitividade das empresas.

A comparação com outros setores revela que a logística compartilha desafios com o varejo, call centers e construção civil, mas apresenta especificidades relacionadas à natureza das operações e à dinâmica do transporte de cargas. A adoção de práticas inovadoras de gestão de pessoas, investimento em tecnologia e foco no bem-estar dos colaboradores são caminhos promissores para mitigar a rotatividade e fortalecer o setor diante dos desafios e oportunidades dos próximos anos.


Tabela Comparativa: Turnover na Logística e Transportes vs. Média Nacional (2024–2025)

IndicadorLogística e TransportesMédia Nacional
Turnover anual médio (total)28% – 32%36% – 56%
Turnover voluntário18% – 22%20% – 36%
Turnover involuntário10% – 14%16% – 20%
Motoristas de caminhão35% – 60%
Operadores de armazém30% – 45%
Administrativos/logística15% – 25%18% – 28%
Varejo (SP, referência)30%
   
   

Fontes: Novo CAGED, Loris Consultoria, Robert Half, FutureRH, Edenred Mobilidade, CNT, ABOL, Observatório Sebrae, Atlas CNT, Anuário IBGE


Análise Detalhada dos Dados e Fontes

Os dados do Novo CAGED, principal referência oficial, mostram que o setor de “Transporte, Armazenagem e Correio” manteve saldo positivo de empregos em 2024–2025, com variação relativa próxima à média nacional. No entanto, o volume de admissões e desligamentos revela alta movimentação, refletindo a dinâmica do setor e a dificuldade de retenção, especialmente em funções operacionais.

Estudos da ABOL e do ILOS apontam para um universo de 1.300 empresas de operadores logísticos, com 2,3 milhões de empregos diretos e indiretos e crescimento de 15% na receita bruta operacional em 2023. O setor é altamente fragmentado, com predominância de pequenas e médias empresas, o que contribui para a variabilidade dos índices de turnover.

Consultorias de RH, como Robert Half, Loris e FutureRH, destacam a polarização dos índices de rotatividade, com parte das empresas conseguindo manter turnover abaixo de 10%, enquanto outras enfrentam taxas superiores a 40%, especialmente em segmentos de transporte rodoviário de cargas e operadores de armazém.

A análise por ocupação, baseada em dados da RAIS, ANTT e Observatório Sebrae, confirma que motoristas de caminhão e operadores de equipamentos de movimentação concentram quase metade dos empregos no transporte terrestre, com remuneração média inferior à de funções administrativas e técnicas, o que contribui para a maior rotatividade nesses cargos.

Recomendações e Boas Práticas

Para enfrentar o desafio da alta rotatividade, recomenda-se:

  • Investir em remuneração competitiva e benefícios personalizados, especialmente para motoristas e operadores de armazém.
  • Desenvolver planos de carreira e programas de capacitação, promovendo oportunidades de crescimento interno.
  • Fomentar um clima organizacional saudável, com reconhecimento, feedback contínuo e valorização da diversidade.
  • Adotar tecnologia para gestão de pessoas, integração de equipes e monitoramento de desempenho.
  • Oferecer flexibilidade e condições de trabalho adequadas, alinhando-se às expectativas das novas gerações.
  • Monitorar indicadores de turnover e clima organizacional, utilizando pesquisas regulares e entrevistas de desligamento para identificar causas e oportunidades de melhoria.

Empresas que implementam essas práticas têm conseguido reduzir o turnover, aumentar a produtividade e fortalecer sua posição competitiva no mercado logístico brasileiro.

Conclusão

O turnover na área de logística e transportes no Brasil permanece elevado, refletindo desafios estruturais, conjunturais e comportamentais. A compreensão aprofundada dos fatores que impulsionam a rotatividade, aliada à adoção de práticas inovadoras de gestão de pessoas, é fundamental para que o setor possa sustentar seu crescimento, garantir eficiência operacional e contribuir para o desenvolvimento econômico do país. O monitoramento contínuo dos indicadores, a valorização dos profissionais e o investimento em tecnologia e inovação serão determinantes para o futuro da logística e transportes no Brasil.

Dayane - Headhunter como criadora

Dayane é Sócia e responsável pelo departamento de Hunting da Tigerlog Consultoria. Atua na liderança das operações de recrutamento estratégico, conduzindo processos seletivos de Analistas a Diretores com foco nos setores de Logística, Transporte, Indústria, Comércio Exterior e Supply Chain.

Com mais de 7 anos de experiência em atração de talentos, Dayane integra visão analítica, inteligência de mercado e uma metodologia altamente assertiva, apoiada por uma base exclusiva de mais de 150 mil profissionais especializados. Seu trabalho fortalece a proposta de valor da Tigerlog ao oferecer soluções de recrutamento que elevam a performance das organizações e aceleram decisões críticas de contratação.

Presença ativa nos principais eventos de RH e Logística, aliada a formações em Gestão de Recursos Humanos, Administração, pós-graduação em Business Partner e certificações em Coaching, Inteligência Artificial aplicada ao RH e Lean Six Sigma, reforça sua atuação como liderança estratégica dentro da Tigerlog. Além disso, realiza pesquisa de mercado estratégica para a área de Recrutamento & Seleção (R&S), contribuindo para decisões mais informadas e assertivas.

2 comments on “Índice Médio de Turnover na Área de Logística e Transportes no Brasil (2024–2025): Panorama Atual, Comparações, Fatores e Tendências

  1. Poderia me ajudar, envio dessa pesquisa de absenteísmo para Setor Logístico. Estou em fechamento contrato cliente e necessário sinalizar as dificuldades do mercado de trabalho para operadores logísticos. Desde já agradeço colaboração e parabéns pela pesquisa.
    att.,

    1. Agradeço pelo contato e pelo reconhecimento em relação à pesquisa. Ficarei feliz em colaborar com você.

      Estarei entrando em contato através do e-mail

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