Collision Assessment

Os projetos de segregação homem x máquina tem como objetivo a mitigação de riscos na interação entre homens e máquinas e entre as próprias máquinas, contemplando portarias, pátios internos e externos, estacionamentos para veículos, acessos ao site, vias de circulação internas, armazéns, áreas fabris, áreas de resíduos e áreas diversas de apoio a terceiros.

1

Diagnóstico e levantamento de dados

Levantamento e análise de dados quantitativos de movimentação, a partir de controles internos ou através de levantamentos in-loco (visita técnica), identificando os direcionadores estratégicos e de maior criticidade para a reavaliação do modelo operacional, considerando aspectos de segurança, custos e produtividade. Realização de entrevistas junto ao pessoal-chave operação para entendimento da visão e percepção individual sobre o tema da interação entre homens e máquinas e entre as próprias máquinas. Levantamento e análise do histórico de ocorrências de acidentes / incidentes relacionados a pedestres, veículos e equipamentos.

2

Fluxos, layout e dimensionamento

Análise do layout operacional e do fluxo interno de veículos, equipamentos de movimentação e pedestres, identificando pontos críticos, rotas alternativas e ajustes necessários para a convivência “pacífica” entre homens e máquinas. Avaliação das áreas dimensionadas para as operações e identificação dos “gargalos” existentes que possam interferir no compartilhamento e utilização segura do espaço entre os pedestres, veículos e equipamentos de movimentação.

3

Tecnologia, sinalização e segregação

Análise dos processos e identificação de oportunidades para a automação total ou parcial da operação e de tecnologias, dispositivos e equipamentos voltados a uma maior segregação entre homens e máquinas , minimizando o risco de acidentes. Análise da sinalização aérea e de piso e, se necessário, proposta de nova metodologia ou de adequações aos dispositivos existentes. Desenvolvimento de soluções físicas (sinalização, gradis, lombadas, balizadores, espelhos convexos etc.) e tecnológicas (sensores, RFID, etc.) voltadas para uma maior e melhor segregação do fluxo de pessoas e máquinas e integração entre os modais (se aplicável).

4

Processos, organização e capacitação

Redesenho dos processos operacionais e administrativos, envolvendo, principalmente, Portaria, Logística e Produção, para um maior disciplinamento do uso de veículos e equipamentos. Avaliação de questões relacionadas ao housekeeping e implantação das ações necessárias para uma maior organização das áreas de circulação, contribuindo para uma maior segurança e produtividade na operação. Desenvolvimento de um plano para capacitação e reciclagem da equipe operacional e terceiros (prestadores de serviços frequentes), com ações voltadas a uma melhor ergonomia, segurança e produtividade da operação.

5

Benchmarking e mapeamento de riscos

Realização de benchmarking junto a outras empresas, com natureza operacional semelhante, para aprofundamento nas ações implementadas e resultados obtidos. Elaboração do mapa de risco, classificando o nível de criticidade dos riscos existentes, baseado na pontuação obtida na matriz analítica desenvolvida pela Tigerlog, caracterizando de forma inequívoca os riscos existentes, através de evidências objetivas e registros fotográficos.

6

Parecer técnico e plano de implantação

Elaboração de parecer técnico (relatório formal) apontando os riscos existentes e seu grau de criticidade, oportunidades de melhorias existentes, ações para a mitigação dos riscos e viabilidade econômica. Elaboração de um plano de implantação, detalhando as ações-chave, prioridades, fatores críticos de sucesso, cronograma, responsabilidades, etc.

Escopo do Projeto

O estudo envolve o diagnóstico, análise e proposição de melhorias na operação, com foco na convivência pacífica e segura entre pedestres, veículos e equipamentos diversos, através de melhorias na sinalização viária horizontal e vertical, na identificação, controle e eliminação de pontos de maior criticidade, bem como na recomendação de medidas que promovam a segurança operacional, a fluidez do tráfego interno, a mitigação de riscos de acidentes e a conformidade com as normas e melhores práticas aplicáveis à gestão de trânsito em ambientes logísticos e industriais.

Projeto

Conheça os Entregáveis

Relatório técnico contendo avaliação do modelo operacional e da infraestrutura física existente (layout físico, instalações, etc.) e apresentação de parecer técnico com mapa de riscos, recomendações de curto, médio e longo prazo e de um plano com os investimentos necessários, prioridades e viabilidade econômico-financeira.

Procedimentos técnicos e instruções para uma melhor convivência entre homens e máquinas.

Plano para a capacitação da equipe em ações voltadas à uma maior ergonomia, segurança e produtividade.

Identificação de oportunidades para a automação total ou parcial das operações de movimentação, com foco na segregação entre homens e máquinas.

Relatório final apontando riscos existentes, grau de criticidade, medidas corretivas,  investimentos necessários e potenciais Fornecedores

Plano para implantação apontando medidas prioritárias e matriz de riscos.

Projeto TigerLog — foto 1 Projeto TigerLog — foto 2 Projeto TigerLog — foto 3 Projeto TigerLog — foto 4 Projeto TigerLog — foto 5 Treinamentos e palestras Estratégia em logística Gestão dos estoques

Divisão de Consultoria Logística

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Diagnóstico e levantamento de dados

Levantamento e análise de dados quantitativos de movimentação, a partir de controles internos ou através de levantamentos in-loco (visita técnica), identificando os direcionadores estratégicos e de maior criticidade para a reavaliação do modelo operacional, considerando aspectos de segurança, custos e produtividade. Realização de entrevistas junto ao pessoal-chave operação para entendimento da visão e percepção individual sobre o tema da interação entre homens e máquinas e entre as próprias máquinas. Levantamento e análise do histórico de ocorrências de acidentes / incidentes relacionados a pedestres, veículos e equipamentos.

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Fluxos, layout e dimensionamento

Análise do layout operacional e do fluxo interno de veículos, equipamentos de movimentação e pedestres, identificando pontos críticos, rotas alternativas e ajustes necessários para a convivência “pacífica” entre homens e máquinas. Avaliação das áreas dimensionadas para as operações e identificação dos “gargalos” existentes que possam interferir no compartilhamento e utilização segura do espaço entre os pedestres, veículos e equipamentos de movimentação.

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Tecnologia, sinalização e segregação

Análise dos processos e identificação de oportunidades para a automação total ou parcial da operação e de tecnologias, dispositivos e equipamentos voltados a uma maior segregação entre homens e máquinas , minimizando o risco de acidentes. Análise da sinalização aérea e de piso e, se necessário, proposta de nova metodologia ou de adequações aos dispositivos existentes. Desenvolvimento de soluções físicas (sinalização, gradis, lombadas, balizadores, espelhos convexos etc.) e tecnológicas (sensores, RFID, etc.) voltadas para uma maior e melhor segregação do fluxo de pessoas e máquinas e integração entre os modais (se aplicável).

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Processos, organização e capacitação

Redesenho dos processos operacionais e administrativos, envolvendo, principalmente, Portaria, Logística e Produção, para um maior disciplinamento do uso de veículos e equipamentos. Avaliação de questões relacionadas ao housekeeping e implantação das ações necessárias para uma maior organização das áreas de circulação, contribuindo para uma maior segurança e produtividade na operação. Desenvolvimento de um plano para capacitação e reciclagem da equipe operacional e terceiros (prestadores de serviços frequentes), com ações voltadas a uma melhor ergonomia, segurança e produtividade da operação.

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Benchmarking e mapeamento de riscos

Realização de benchmarking junto a outras empresas, com natureza operacional semelhante, para aprofundamento nas ações implementadas e resultados obtidos. Elaboração do mapa de risco, classificando o nível de criticidade dos riscos existentes, baseado na pontuação obtida na matriz analítica desenvolvida pela Tigerlog, caracterizando de forma inequívoca os riscos existentes, através de evidências objetivas e registros fotográficos.

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Parecer técnico e plano de implantação

Elaboração de parecer técnico (relatório formal) apontando os riscos existentes e seu grau de criticidade, oportunidades de melhorias existentes, ações para a mitigação dos riscos e viabilidade econômica. Elaboração de um plano de implantação, detalhando as ações-chave, prioridades, fatores críticos de sucesso, cronograma, responsabilidades, etc.

Escopo do Projeto

O estudo envolve o diagnóstico, análise e proposição de melhorias na operação, com foco na convivência pacífica e segura entre pedestres, veículos e equipamentos diversos, através de melhorias na sinalização viária horizontal e vertical, na identificação, controle e eliminação de pontos de maior criticidade, bem como na recomendação de medidas que promovam a segurança operacional, a fluidez do tráfego interno, a mitigação de riscos de acidentes e a conformidade com as normas e melhores práticas aplicáveis à gestão de trânsito em ambientes logísticos e industriais.

Projeto

Conheça os Entregáveis

Relatório técnico contendo avaliação do modelo operacional e da infraestrutura física existente (layout físico, instalações, etc.) e apresentação de parecer técnico com mapa de riscos, recomendações de curto, médio e longo prazo e de um plano com os investimentos necessários, prioridades e viabilidade econômico-financeira.

Procedimentos técnicos e instruções para uma melhor convivência entre homens e máquinas.

Plano para a capacitação da equipe em ações voltadas à uma maior ergonomia, segurança e produtividade.

Identificação de oportunidades para a automação total ou parcial das operações de movimentação, com foco na segregação entre homens e máquinas.

Relatório final apontando riscos existentes, grau de criticidade, medidas corretivas,  investimentos necessários e potenciais Fornecedores

Plano para implantação apontando medidas prioritárias e matriz de riscos.

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