Os projetos de segregação homem x máquina tem como objetivo a mitigação de riscos na interação entre homens e máquinas e entre as próprias máquinas, contemplando portarias, pátios internos e externos, estacionamentos para veículos, acessos ao site, vias de circulação internas, armazéns, áreas fabris, áreas de resíduos e áreas diversas de apoio a terceiros.
Levantamento e análise de dados quantitativos de movimentação, a partir de controles internos ou através de levantamentos in-loco (visita técnica), identificando os direcionadores estratégicos e de maior criticidade para a reavaliação do modelo operacional, considerando aspectos de segurança, custos e produtividade. Realização de entrevistas junto ao pessoal-chave operação para entendimento da visão e percepção individual sobre o tema da interação entre homens e máquinas e entre as próprias máquinas. Levantamento e análise do histórico de ocorrências de acidentes / incidentes relacionados a pedestres, veículos e equipamentos.
Análise do layout operacional e do fluxo interno de veículos, equipamentos de movimentação e pedestres, identificando pontos críticos, rotas alternativas e ajustes necessários para a convivência “pacífica” entre homens e máquinas. Avaliação das áreas dimensionadas para as operações e identificação dos “gargalos” existentes que possam interferir no compartilhamento e utilização segura do espaço entre os pedestres, veículos e equipamentos de movimentação.
Análise dos processos e identificação de oportunidades para a automação total ou parcial da operação e de tecnologias, dispositivos e equipamentos voltados a uma maior segregação entre homens e máquinas , minimizando o risco de acidentes. Análise da sinalização aérea e de piso e, se necessário, proposta de nova metodologia ou de adequações aos dispositivos existentes. Desenvolvimento de soluções físicas (sinalização, gradis, lombadas, balizadores, espelhos convexos etc.) e tecnológicas (sensores, RFID, etc.) voltadas para uma maior e melhor segregação do fluxo de pessoas e máquinas e integração entre os modais (se aplicável).
Redesenho dos processos operacionais e administrativos, envolvendo, principalmente, Portaria, Logística e Produção, para um maior disciplinamento do uso de veículos e equipamentos. Avaliação de questões relacionadas ao housekeeping e implantação das ações necessárias para uma maior organização das áreas de circulação, contribuindo para uma maior segurança e produtividade na operação. Desenvolvimento de um plano para capacitação e reciclagem da equipe operacional e terceiros (prestadores de serviços frequentes), com ações voltadas a uma melhor ergonomia, segurança e produtividade da operação.
Realização de benchmarking junto a outras empresas, com natureza operacional semelhante, para aprofundamento nas ações implementadas e resultados obtidos. Elaboração do mapa de risco, classificando o nível de criticidade dos riscos existentes, baseado na pontuação obtida na matriz analítica desenvolvida pela Tigerlog, caracterizando de forma inequívoca os riscos existentes, através de evidências objetivas e registros fotográficos.
Elaboração de parecer técnico (relatório formal) apontando os riscos existentes e seu grau de criticidade, oportunidades de melhorias existentes, ações para a mitigação dos riscos e viabilidade econômica. Elaboração de um plano de implantação, detalhando as ações-chave, prioridades, fatores críticos de sucesso, cronograma, responsabilidades, etc.
Relatório técnico contendo avaliação do modelo operacional e da infraestrutura física existente (layout físico, instalações, etc.) e apresentação de parecer técnico com mapa de riscos, recomendações de curto, médio e longo prazo e de um plano com os investimentos necessários, prioridades e viabilidade econômico-financeira.
Procedimentos técnicos e instruções para uma melhor convivência entre homens e máquinas.
Plano para a capacitação da equipe em ações voltadas à uma maior ergonomia, segurança e produtividade.
Identificação de oportunidades para a automação total ou parcial das operações de movimentação, com foco na segregação entre homens e máquinas.
Relatório final apontando riscos existentes, grau de criticidade, medidas corretivas, investimentos necessários e potenciais Fornecedores
Plano para implantação apontando medidas prioritárias e matriz de riscos.
Realização de 6 projetos de segregação entre pessoas e máquinas nas unidades de Goiânia (GO), Uberlândia (MG) e Mairinque (SP).
Realização de 4 projetos de segregação entre pessoas e máquinas em Jacareí (SP), Alagoinhas (BA), Juiz de Fora (MG) e Manaus (AM).
Estudo de Collision Assessment concluído em novembro de 2023, envolvendo mais de 30 áreas de fábrica e logística na unidade de Paulínia (SP).
Realização de 5 projetos de atualização de estudos em unidades fabris internas, revisando trabalhos anteriormente desenvolvidos nessas instalações.
Estudo de Collision Assessment em fábrica e logística na unidade de Indaiatuba (SP), concluído em setembro de 2024 e atualizado em abril de 2026.
Realização de 2 projetos nas unidades de Matão (SP) e Uberlândia (MG), contemplando trabalhos desenvolvidos nas duas localidades.
Projeto de segregação entre pessoas e máquinas realizado na unidade de Casca (RS), com estudo voltado à separação dos fluxos internos.
Desenvolvimento do Plano de Trânsito da unidade de Eunápolis (BA), com foco na organização dos fluxos de tráfego e na estruturação da circulação interna.
Realização de 2 projetos no Terminal Marítimo de Belmonte e na Unidade Florestal, contemplando duas instalações distintas.
Três projetos de segregação entre pessoas e máquinas no Porto de Santos, nas margens direita e esquerda, com adequação do plano de tráfego interno às reformas realizadas.








Levantamento e análise de dados quantitativos de movimentação, a partir de controles internos ou através de levantamentos in-loco (visita técnica), identificando os direcionadores estratégicos e de maior criticidade para a reavaliação do modelo operacional, considerando aspectos de segurança, custos e produtividade. Realização de entrevistas junto ao pessoal-chave operação para entendimento da visão e percepção individual sobre o tema da interação entre homens e máquinas e entre as próprias máquinas. Levantamento e análise do histórico de ocorrências de acidentes / incidentes relacionados a pedestres, veículos e equipamentos.
Análise do layout operacional e do fluxo interno de veículos, equipamentos de movimentação e pedestres, identificando pontos críticos, rotas alternativas e ajustes necessários para a convivência “pacífica” entre homens e máquinas. Avaliação das áreas dimensionadas para as operações e identificação dos “gargalos” existentes que possam interferir no compartilhamento e utilização segura do espaço entre os pedestres, veículos e equipamentos de movimentação.
Análise dos processos e identificação de oportunidades para a automação total ou parcial da operação e de tecnologias, dispositivos e equipamentos voltados a uma maior segregação entre homens e máquinas , minimizando o risco de acidentes. Análise da sinalização aérea e de piso e, se necessário, proposta de nova metodologia ou de adequações aos dispositivos existentes. Desenvolvimento de soluções físicas (sinalização, gradis, lombadas, balizadores, espelhos convexos etc.) e tecnológicas (sensores, RFID, etc.) voltadas para uma maior e melhor segregação do fluxo de pessoas e máquinas e integração entre os modais (se aplicável).
Redesenho dos processos operacionais e administrativos, envolvendo, principalmente, Portaria, Logística e Produção, para um maior disciplinamento do uso de veículos e equipamentos. Avaliação de questões relacionadas ao housekeeping e implantação das ações necessárias para uma maior organização das áreas de circulação, contribuindo para uma maior segurança e produtividade na operação. Desenvolvimento de um plano para capacitação e reciclagem da equipe operacional e terceiros (prestadores de serviços frequentes), com ações voltadas a uma melhor ergonomia, segurança e produtividade da operação.
Realização de benchmarking junto a outras empresas, com natureza operacional semelhante, para aprofundamento nas ações implementadas e resultados obtidos. Elaboração do mapa de risco, classificando o nível de criticidade dos riscos existentes, baseado na pontuação obtida na matriz analítica desenvolvida pela Tigerlog, caracterizando de forma inequívoca os riscos existentes, através de evidências objetivas e registros fotográficos.
Elaboração de parecer técnico (relatório formal) apontando os riscos existentes e seu grau de criticidade, oportunidades de melhorias existentes, ações para a mitigação dos riscos e viabilidade econômica. Elaboração de um plano de implantação, detalhando as ações-chave, prioridades, fatores críticos de sucesso, cronograma, responsabilidades, etc.
Relatório técnico contendo avaliação do modelo operacional e da infraestrutura física existente (layout físico, instalações, etc.) e apresentação de parecer técnico com mapa de riscos, recomendações de curto, médio e longo prazo e de um plano com os investimentos necessários, prioridades e viabilidade econômico-financeira.
Procedimentos técnicos e instruções para uma melhor convivência entre homens e máquinas.
Plano para a capacitação da equipe em ações voltadas à uma maior ergonomia, segurança e produtividade.
Identificação de oportunidades para a automação total ou parcial das operações de movimentação, com foco na segregação entre homens e máquinas.
Relatório final apontando riscos existentes, grau de criticidade, medidas corretivas, investimentos necessários e potenciais Fornecedores
Plano para implantação apontando medidas prioritárias e matriz de riscos.
Realização de 6 projetos de segregação entre pessoas e máquinas nas unidades de Goiânia (GO), Uberlândia (MG) e Mairinque (SP).
Realização de 4 projetos de segregação entre pessoas e máquinas em Jacareí (SP), Alagoinhas (BA), Juiz de Fora (MG) e Manaus (AM).
Estudo de Collision Assessment concluído em novembro de 2023, envolvendo mais de 30 áreas de fábrica e logística na unidade de Paulínia (SP).
Realização de 5 projetos de atualização de estudos em unidades fabris internas, revisando trabalhos anteriormente desenvolvidos nessas instalações.
Estudo de Collision Assessment em fábrica e logística na unidade de Indaiatuba (SP), concluído em setembro de 2024 e atualizado em abril de 2026.
Realização de 2 projetos nas unidades de Matão (SP) e Uberlândia (MG), contemplando trabalhos desenvolvidos nas duas localidades.
Projeto de segregação entre pessoas e máquinas realizado na unidade de Casca (RS), com estudo voltado à separação dos fluxos internos.
Desenvolvimento do Plano de Trânsito da unidade de Eunápolis (BA), com foco na organização dos fluxos de tráfego e na estruturação da circulação interna.
Realização de 2 projetos no Terminal Marítimo de Belmonte e na Unidade Florestal, contemplando duas instalações distintas.
Três projetos de segregação entre pessoas e máquinas no Porto de Santos, nas margens direita e esquerda, com adequação do plano de tráfego interno às reformas realizadas.








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